"OS BENFIQUISTAS têm de escolher entre os dois candidatos que se apresentaram: Vale e Azevedo e Manuel Vilarinho. A minha escolha está feita: vou votar Vale e Azevedo.
Por algumas razões. Em primeiro lugar, por tudo aquilo que o actual presidente já fez pelo clube apesar de, poucos dias após a sua tomada de posse, ter sido logo atacado por alguns dos que perderam as eleições.
O tal grupo de "notáveis" – não sei porque a Comunicação Social os define assim, já que o Benfica é um clube do povo onde só existem benfiquistas e não "notáveis"; mas como nenhum deles referiu publicamente que não se considerava "notável", presumo que gostem da definição.
Em segundo lugar, não vejo razão para interromper nesta altura a obra que Vale e Azevedo tem realizado e que vai ser levada a efeito nos próximos três anos. O que ele está a fazer é palpável, apesar da contestação e das providências cautelares que impediram que o Benfica constituísse a SAD tranquilamente e vivesse a sua vida normal.
Basta-me esse facto aliado à arrogância dos candidatos que se opõem à Lista A para não me rever na oposição.
Conheço mal Manuel Vilarinho. Conheci bem o seu pai, mas do filho só sei que abandonou a Direcção de Manuel Damásio porque não concordava com a gestão. Mas estranho que, tendo havido eleições ano e meio depois do seu abandono, ele não se tenha candidatado e só apareça agora a oferecer milhões.
Em relação à SAD do Benfica, infelizmente não vejo outra solução se não a sua formação. Como sucedeu com o Sporting, o FC Porto e outros clubes.
O Benfica, apesar de ter perto de 50 por cento da população como sua simpatizante, não pode ser diferente. E porque os adeptos não têm posses suficientes para manter o Benfica ao nível que já teve, este modelo é o melhor.
O futebol do clube ainda vive os efeitos das gestões que antecederam a de Vale e Azevedo. O mal começou com Fernando Martins que trocou o Chalana e o Stromberg pelo terceiro anel, destruindo a equipa.
Depois viveu-se às custas do dinheiro de Jorge de Brito, seguiu-se Manuel Damásio, que só treinadores contratou seis. Ninguém foi capaz de construir a equipa de raiz. O actual presidente já se penitenciou pela precipitação nalgumas compras indicadas pelo treinador mas arrepiou caminho e, agora, na primeira equipa, já há ex-juniores a jogar.
Financeiramente, Vale e Azevedo herdou uma situação catastrófica mas não há dúvidas de que, paulatinamente, tem combatido as contrariedades.
Por tudo isso, repito: vou votar Vale e Azevedo."
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