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Como já noticiámos, o Benfica baixou a massa salarial em 2022/23 apesar de ter realizado mais gastos com pessoal face aos prémios pela performance desportiva. Em remunerações fixas, as águias passaram dos 79,1 M€ para os 77,5 M€ e, para tal, a redução drástica no número de futebolistas profissionais nos quadros dos encarnados teve um peso preponderante. As águias passaram dos 80 para os 62 jogadores.
Entre estes nomes, como é possível ler no Relatório e Contas, houve três rescisões por mútuo acordo que importa destacar: Pizzi, Taarabt e Vertonghen. Os três jogadores tinham vencimentos elevados e contribuíram para essa diminuição da massa salarial.
Por outro lado, Conti, Diogo Gonçalves, Ferro, Gil Dias, Helton Leite, John Brooks e Tomás Tavares foram vendidos por um montante total de 5,9 M€. Mas a este valor ainda podem acrescer 4,25 M€, "dependentes da concretização de objetivos relacionados com a performance desportiva."
Neste âmbito, importa referir que as águias ainda têm direito a percentagens de futuras transferências de Conti (40%) e Helton Leite (50%). Por outro lado, as águias ganham a mais-valia em possíveis transferências de Tomás Tavares (30%), Ferro (20%), Gil Dias (20%) e Diogo Gonçalves (15%).
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