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O Benfica recorreu a um escritório de advogados russo, com sede em Moscovo, e a uma empresa de cibersegurança para descobrir e identificar os responsáveis das empresas proprietárias de servidores online em que foram alojados os emails do clube, que começaram a ser divulgados em abril de 2017. O ‘Jornal de Notícias’ noticiou que, apesar da contratações de tais serviços, até à data as águias não conseguiram descobrir o paradeiro das empresas de tecnologia que dão pelo nome de Frantech, Realistic Group e Regtime.
Citando a posição do Benfica num processo a que teve acesso, o diário refere que o Benfica encetou buscas durante seis meses para encontrar as "localizações físicas" da Realistic Group e da Regtime, que terão alojado informação confidencial do clube, tentando ainda identificar os administradores.