A Benfica SAD registou um prejuízo de 35 milhões de euros no exercício de 2021/22, segundo o relatório enviado pelos encarnados à CMVM. Um resultado que as águias justificam com a queda nos valores encaixados provenientes das transferências de jogadores.
"O resultado líquido do exercício de 2021/22 ascende a um valor negativo de 35 milhões de euros, o qual está significativamente influenciado pelo resultado obtido com transações de direitos de atletas, bastante inferior aos valores alcançados nos últimos exercícios. Em termos operacionais sem direitos de atletas, verificou-se uma melhoria de 37,4 milhões de euros face ao período homólogo", pode ler-se no documento, onde se destaca a subida dos rendimentos operacionais excluindo venda de passes: "superam os 169,3 milhões de euros, o que representa um crescimento de 80,1% face ao valor de 94 milhões de euros alcançado no período homólogo, essencialmente relacionado com a participação e desempenho na Liga dos Campeões e com o regresso faseado do público ao estádio na época 2021/22. Este montante é o mais alto de sempre na história da Benfica SAD."
A queda nas verbas com transferências de jogadores foi notória: "Ascendeu a um valor de 41,6 milhões de euros, o que representa um decréscimo de 52,5% face aos 87,6 milhões de euros apresentado no período homólogo. Apesar do valor bruto das vendas de direitos de atletas ter superado o montante do exercício transato (em 2021/22, esse valor atingiu os 124,4 milhões de euros, o que compara com o montante de 110,1 milhões de euros registado em 2020/21), os resultados obtidos com as transferências realizadas foram inferiores, uma vez que os principais jogadores transferidos foram adquiridos por valores significativos e não são provenientes da formação", lembram as águias, acrescentando: "Os rendimentos totais ascendem a 240,2 milhões de euros, o que corresponde ao terceiro melhor exercício de sempre da Benfica SAD, próximo do desempenho alcançado em 2018/19, a última época em que o Benfica se sagrou campeão nacional."
Destaque ainda para o aumento do valor da dívida líquida em 45,8% em relação ao exercício anterior, para 147,1 milhões de euros, "estando esta variação ainda relacionada com os impactos da covid-19, aliado aos investimentos realizados no reforço do plantel de futebol". Já os capitais próprios ascendem a um montante positivo de 109 milhões de euros.
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