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Famalicão vê estrutura técnica abrir portas nos grandes clubes europeus

Hugo Oliveira
• Foto: Estrasburgo

A recente saída de Tiago Estêvão para assumir o cargo de chefe de recrutamento do Milan é a confirmação de uma tendência que se tem verificado no Famalicão nos últimos tempos. A valorização de ativos ultrapassa a venda de passes de jogadores do plantel e chegou à estrutura técnica, médica e diretiva, com a transferência de elementos para clubes de maiores dimensões. 

A mais recente mudança surge poucos dias depois da saída de Hugo Oliveira para o Estrasburgo, mas está longe de ser um caso isolado. Nos últimos anos, vários elementos escolhidos para integrar diferentes departamentos acabaram por ser recrutados para outras realidades, como aconteceu com Flávio Costa, que deixou o departamento de scouting para integrar a estrutura do Sporting, tendo participado na observação de Gyökeres e Hjulmand, dois jogadores determinantes no ciclo de sucesso dos leões.

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Também Diogo Gomes, que integrou o departamento médico do Famalicão, rumou ao Benfica, enquanto Mário Branco, depois de desempenhar funções na estrutura famalicense, foi diretor desportivo do Fenerbahçe e integra atualmente a estrutura dos encarnados.

Por José Santos
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