De novo o "fair play" a incendiar o relvado

De novo o "fair play" a incendiar o relvado

O caldo esteve quase para entornar no final da partida de ontem. Mantendo a tradição dos últimos anos, o Sp. Braga-Benfica da noite passada teve ânimos acesos dentro e fora das quatros linhas. Omomento de maior agitação aconteceu por volta do minuto 90, quando Pedro Tiba estava estendido no relvado, alegadamente devido a lesão.

OBenfica, tal como defende o seu treinador Jorge Jesus, não atirou a bola para fora – a decisão de interromper a partida compete ao árbitro, defende o treinador encarnado – e os arsenalistas acabariam por cometer uma falta sobre Jonas para que o médio fosse assistido. Enzo quis recuperar a bola à força e, em corrida, empurrou Danilo, o que levou o banco da casa a saltar como uma mola para pedir satisfações ao argentino. Ruben Micael ainda foi agarrado pelos colegas e seria Danilo a empurrar Enzo. Os dois bancos já estavam picados, principalmente Sérgio Conceição e Raul José, e todos os elementos acabaram envolvidos em trocas de galhardetes em pleno relvado.

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Expulsões

Quando Marco Ferreira lá serenou os ânimos, mostrou cartão amarelo a Enzo e Danilo (foi o segundo para o brasileiro!) e ainda expulsou SérgioConceição, que acabaria por se juntar aos adeptos na bancada, e o treinador adjunto de Jorge Jesus, Raul José, que até já representou os arsenalistas.

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Na conferência de imprensa, o treinador do Sp. Braga comentou o sucedido. “Na 1.ª parte, quando um jogador do Benfica estava no chão, nós, por respeito, colocámos a bola fora. Não foi pelo fair play da treta. Na segunda, aconteceu o mesmo com o Tiba e eles não o fizeram”, recordou, prosseguindo:“A partir daí, gerou-se uma confusão. Um técnico do Benfica veio direito a mim e colocou-me a mão no peito. Não sei se o árbitro expulsou o Raul José. Foi apenas isso que se passou...”

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