Terminada a carreira como futebolista, em 1978, ao serviço do New Jersey Americans, Eusébio dedicou alguns anos da sua vida à família e à realização de projetos pessoais que não conseguira colocar em prática nos quase 20 anos como futebolista profissional. A carreira como treinador estaria mesmo algo distante dos seus planos de vida quando Sven-Goran Eriksson o desafiou a integrar a equipa técnica do clube encarnado.
O Pantera Negra não resistiu ao apelo do coração. Afinal, tratava-se da possibilidade de regressar ao local onde fora mais feliz: o Estádio da Luz. Entrou como treinador de guarda-redes – quem melhor do que ele para pôr à prova as capacidades dos donos das balizas? – e nessa condição se manteve até 1994/95, quando deixou o clube, solidário com Artur Jorge.
Regressaria dois anos mais tarde, acompanhando Manuel José, um amigo que defrontara enquanto jogador. Manteve-se como adjunto, durante três anos. Um adjunto sem funções muito definidas, no fundo um adjunto que era já um símbolo do clube, que acompanhava a equipa para todo o lado e transmitia aos mais novos e aos recém-chegados a mística de um clube histórico.
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