A avaliação ao trabalho de Roger Schmidt no PSV dividiu opiniões na Holanda. O diretor-geral cessante do clube de Eindhoven, Toon Gerbrands, coloca-se no meio termo. Apesar de frisar que as críticas foram excessivas, reconhece que a primeira temporada do alemão ficou muito aquém das expectativas.
"No primeiro ano atingimos apenas um objetivo. Fomos eliminados na taça pelo Ajax e ficamos a 16 ponto pontos do primeiro lugar [na liga]. Isso é indigno do PSV", afirmou Gerbrands à ESPN.
O ex-dirigente do PSV falou da época anterior, a segunda e última de Schmidt, que assinou pelo Benfica um contrato válido por duas temporadas. "No segundo ano, conquistámos duas taças e ficámos a apenas dois pontos. Isso já importa. Se queremos conquistar troféus, temos de lutar por eles até ao fim. Foi o que aconteceu em Inglaterra, com Manchester City e Liverpool."
Gerbrands recusou a ideia de que Schmidt tenha sido o responsável pela maioria das contratações. "No PSV, há dois elementos que decidem se um jogador vem: o treinador e o diretor-técnico. Se ambos dizem 'sim', o jogador vem. Götze não teria vindo sem Schmidt, assim como Zahavi e Mvogo. Cito apenas esses três nomes. Todos os outros estavam nas listas de olheiros do PSV. Havia dúvidas sobre Sangaré, que agora parece ter sido a melhor compra de todos os tempos."
Encontro marcado para segunda-feira (20h45) em Alvalade
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