Quando questionado sobre qual o jogador, que já abandonou o futebol, que gostava de ter visto no Benfica, Rui Costa não tem dúvidas.
"Joguei com uma elite muito grande. Mas o Maldini foi o melhor com que joguei à bola.. Eu acho que é unânime. Se for perguntar às gerações que jogaram no Milan ou na seleção italiana na altura dele, acho que todos vão dizer que o Maldini era o melhor", referiu, na entrevista que concedeu à edição de fim-de-semana do 'Negócios', explicando, posteriormente, a escolha: "Uma, pela qualidade de jogador que ele tinha, outra pelo carisma, pela forma como liderava enquanto capitão, pelo homem que ele é - é aquela pessoa de quem facilmente e rapidamente se diz que é um modelo, pela forma como treinava, pela forma como se empenhava, pela fome de títulos que tinha, apesar dos muitos que ganhou, mas um faminto com uma classe tremenda".
Rui Costa conta que um dos problemas das ligações de amizade construídas no mundo do futebol se deve ao facto de muitas vezes serem efémeres.
"O futebol deu-me muitos amigos. Nesse aspeto, tem uma coisa muito boa e outra muito má. Boa, porque lidamos com uma quantidade enorme de colegas e pessoas que acompanham as equipas, o que nos dá oportunidade de criar amizades em todo o mundo. Por outro lado, como é uma carreira muito curta, e que muitas vezes obriga a transferências, deixamos de lidar uns com os outros e, como deve perceber, um jogador passa mais tempo com os colegas do que com a família. Criam-se laços de amizade e companheirismo muito grandes".
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