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Nas contas divulgadas pelo Benfica esta sexta-feira relativas ao primeiro semestre da atual época, os encarnados sublinham o custo das eleições como um dos motivos que fizeram cair os lucros do clube do atual exercício. O ato eleitoral que culminou com a vitória de Rui Costa, apenas à segunda volta, realizada a 8 de novembro (a 1.ª volta disputou-se a 25 de setembro) custou 3,2 milhões de euros aos cofres do clube.
"Teve impacto nas seguintes rubricas: fornecimentos e serviços externos (destacando-se os serviços prestados pela empresa Multicert, do Grupo SIBS, responsável pela validação e baixa dos votantes no caderno eleitoral central, contagem dos votos e certificação do ato eleitoral, bem como encargos com deslocações, estadas e segurança); gastos com o pessoal (encargos adicionais com os colaboradores do Grupo Benfica envolvidos na organização do processo eleitoral); e outros gastos operacionais (IVA não dedutível associado à aplicação do pro-rata)", explicita o clube da Luz no site oficial, tendo realçado que tinha previsto que o custo das eleições se situasse nos 0,55 milhões de euros.
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