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João Diogo Manteigas recorda final da Taça: «O Benfica jamais poderá voltar a vergar-se...»

João Diogo Manteigas continua focado na sua candidatura à presidência do Benfica
• Foto: Tiago Sousa Dias

João Diogo Manteigas, candidato à presidência do Benfica, apresentou sete medidas de atuação relativamente à arbitragem, prometendo ser "vigilante", em caso de vitória nas eleições de 25 de outubro próximo. O advogado recordou o que disse ser "uma agressão, bárbara e sem paralelo, de um atleta seu em pleno relvado do Estádio Nacional", no final da Taça de Portugal.

"Não há punição suficiente, desportiva ou de outra natureza, que corrija o dano praticado e que reponha a justiça. Os benfiquistas não esquecerão e o futuro encarregar-se-á de confirmar que os atos naquela final não voltarão a acontecer. O Benfica jamais poderá voltar a vergar-se perante um sistema desportivo que premeia condicionalismos. Que protege quem, direta ou indiretamente, prevarica", destacou a candidatura 'Benfica vencerá', numa publicação nas redes sociais.

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Manteigas apela ainda aos membros da Comissão Executiva da SAD e da Direção do clube "a intercederem, com a maior urgência possível, junto do vice-Presidente da Direção com o pelouro da arbitragem e do presidente do Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol para que seja clarificado se existiu ou existirá alguma consequência a aplicar aos membros das equipas de arbitragem da final da Taça de Portugal da época passada 2024-25, em particular, ao árbitro Luís Godinho e ao vídeo-árbitro Tiago Martins".

As sete medidas de atuação são:

"1) Acompanhar e avaliar, ao longo das épocas, o desempenho e as notas dos árbitros com base nos relatórios dos respetivos observadores para dar cumprimento à divulgação pública conforme intencionada pelo Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol (FPF).

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2) Proceder à avaliação das observações e notas a serem oficialmente atribuídas aos árbitros assistentes que integram este projeto bem como a sua respetiva classificação (descida e subida de categoria), com o intuito de ajudar a credibilizar o projeto VAR previsto pela FPF.

3) Realizar uma análise prévia e comparativa com os seus concorrentes diretos, ao longo das épocas, sobre cada nomeação de árbitro(s) com o objectivo de confrontar o Conselho de Arbitragem sempre que detetar um desvio padrão no critério das nomeações (a título de exemplo: várias nomeações do(s) mesmo(s) árbitro(s) durante a mesma época para um determinado clube ou a nomeação de algum árbitro pela primeira vez em jogos de determinada relevância ou de elevado risco).

4) Apesar das comunicações na sala do VAR não serem públicas, exercer o seu direito de ouvir as comunicações em determinados lances relativos aos seus jogos e divulgá-las, no estrito cumprimento dos regulamentos, com o objetivo de aumentar a transparência.

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5) Acompanhar o desempenho do Conselho de Arbitragem a nível político, respetivas nomeações e planeamento de cada época desportiva.

6) Manter contacto direto com o novo diretor técnico nacional para a arbitragem e avaliar os processos desenvolvidos na formação e avaliação dos árbitros profissionais no Centro da Maia e da Cidade do Futebol.

7) Dar seguimento ao trabalho iniciado em 2011 pela Secretaria de Estado da Juventude e do Desporto e reunir com o responsável governativo pela pasta desportiva com vista à criação e implementação de um regime jurídico para os árbitros que contemple, pelo menos, o seguinte: recrutamento, formação, regras deontológicas, regime de incompatibilidades, plano e progressão de carreira, regime laboral e salarial. É necessária a equiparação legal entre os atletas, treinadores e árbitros."

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Por Record
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