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João Mário garante que o plantel tem "grande respeito" por Roger Schmidt. "Pela maneira como ele nos trata no dia a dia, como nos transmite essa boa energia e essa confiança. Faz toda a diferença – com alguém com quem tu passas tanto tempo, que tem de tomar decisões muitas vezes difíceis para com o grupo – para que haja sempre um ambiente saudável e que nos permita dar o nosso máximo, sempre respeitando aquilo que são as suas decisões", afirma o médio, revelando mais um pouco da forma de estar do técnico alemão. "Por ele ter essa tranquilidade, mesmo durante os jogos, não é um treinador que vais ver sempre de braços abertos a reclamar. Ele não tem essas características, é uma pessoa muito calma, e depois também acaba por transmitir isso à equipa", salienta, em entrevista ao antigo médio Carlos Manuel, na BTV.
Quanto à mentalidade com que os encarnados entram para 2024/24, o camisola 20 é direto. "Só pode ser uma, porque jogamos sempre para competir. Todos os anos somos candidatos a tudo, e só há uma mentalidade, que é vencer, vencer, vencer, porque é uma obrigação. Aprendemos com o ano passado que não chega jogar bem, não chega ganhar uma vez, não chega ganhar a Supertaça. Tens de ganhar e competir sempre até ao final", refere João Mário, confiante.
Questionado por Carlos Manuel sobre a forma como considera poder fazer a diferença no estilo de jogo do Benfica, João Mário colocou a tónica na experiência e conhecimento mútuo em relação a Roger Schmidt. "Nunca gostamos muito de falar de nós, mas acima de tudo, também vendo um pouco agora como o plantel está, muita malta jovem, tento sempre ser uma referência, madura neste caso. Independentemente da posição, da dinâmica, tudo, o que tento é sempre puxar as minhas qualidades individuais para aquilo que é a ideia do míster, e conheço bem as ideias, já trabalhamos juntos há algum tempo. Vendo muito este plantel e a maneira como está a ser construído, é tentar sempre ser uma referência positiva e madura no seio", sublinha.
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