Júlio César chegou ao Benfica no início da temporada 2014/15 numa fase complicada da carreira, depois de ser eliminado do Mundial'2014 por um histórico 7-1 aos pés da campeã Alemanha. Por isso, o agora aposentado guarda-redes agradece ao Benfica.
"Depois do Mundial de 2014, a minha situação no Queens Park Rangers também foi uma das razões que me fizeram decidir pela retirada dos relvados. Eu não tinha qualquer motivação para lá jogar. Sentia-me inútil. Felizmente, passadas algumas semanas as coisas compuseram-me e eu optei por continuar a minha carreira. Podes aceitar o que a vida te apresenta ou podes reagir. Escolhi reagir. Rapidamente já tinha acertado a minha ida para o Benfica. Porquê o Benfica? Na altura eu já amava Lisboa. E hoje posso dizer que o Benfica terá sempre um espaço especial no meu coração. Juntos, vencemos seis títulos em três anos e meio. Mas acima de tudo, eles deram a hipótese de me apaixonar pelo futebol outra vez. Terei a gratidão eterna pelo presidente Luís Filipe Vieira, por ter me estendido a mão no pior momento da minha carreira", vincou o antigo internacional brasileiro ao site 'The Player's Tribune'.
Depois de 83 encontros oficiais de águia ao peito, Júlio César decidiu que era hora de colocar um ponto final na carreira ao serviço do Flamengo, clube onde se formou como futebolista. "Ainda assim, em novembro de 2017, senti que o meu ciclo no Benfica se tinha encerrado. Rescindi o meu contrato. Tenho algum arrependimento? De modo algum. Joguei mais de duas décadas. Conquistei muitos títulos com peso. Sou extremamente grato por tudo o que vivi. Mas eu não queria encerrar a minha carreira daquela forma, com o contrato rescindido com o Benfica. Então, em janeiro de 2018, voltei a casa. Assinei com o Flamengo. Voltei ao meu clube de coração por poucos meses, era uma curta passagem para dizer obrigado ao clube e despedir-me dos adeptos", reiterou o campeão europeu pelo Inter Milão em 2010.
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