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Bruno Lage foi esta sexta-feira questionado sobre a situação de Di María, quer vai ter de parar quatro semanas, e garantiu que protocolo foi cumprido.
"Sou licenciado em Educação Física, Saúde e Desporto. Veja lá que até sei o que é o esternocleidomastóideo. Nós discutimos, analisamos e tomamos decisões em cima de factos. Além do conhecimento que tenho, depois ainda tenho os dados objetivos do que é o treino e as sensações do jogador. E o que aconteceu na saída do Di María, na primeira situação, ele não esteve lesionado. Sentiu um desconforto. Foi analisado por radiologistas dentro e fora do Benfica e não apresentava qualquer tipo de lesão. Fez tudo o que entendemos que deve ser necessário. Atingiu em média 30 quilómetros por hora no treino, fez todos os exercícios próprios do que era normal, fizemos as mesmas solicitações que normalmente fazemos no jogo... E tenho um elemento na minha equipa técnica precisamente para isto, que é o Alexandre Silva. Desde 2018, comecei a ter esta preocupação, para não haver lesões e para controlar a dinâmica da carga para cada jogador. Há um tratamento individual para cada um. Di María não teve dor, fez mais no treino do que fez no jogo, estávamos seguros para o poder utilizar o mais rápido possível. E assim foi. Agora, há essa lesão. Mas isso, temos a dele como a dos outros. Sempre que colocamos onze em jogo, mais os cinco [suplentes], podem estar sujeitos a lesão. Mas em função do nosso trabalho, nada é tomado por acaso. É tudo tomado por dados científicos, resultados de exames e, claro, com a sensibilidade do jogador, ainda para mais ele, que hoje faz 37 anos e conhece muito bem o seu corpo", disse na conferência de imprensa de antevisão ao jogo com o Santa Clara.
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