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Luís Filipe Vieira diz que os sócios do Benfica têm três opções quando no próximo dia 25 forem eleger o novo presidente - ignora Martim Mayer, João Diogo Manteigas e Cristóvão Carvalho - e explica porque é que deve voltar a liderar o clube.
"Quero fazer um apelo ao voto e dizer-vos, claramente, que não há muitas opções. Os sócios do Benfica devem apostar naquele que tem experiência, naquele que recuperou o Benfica das cinzas e o trouxe para cima, num trabalho foi interrompido há quatro anos, mas que tem vontade de continuar a desenvolver aquilo que falta fazer", começou por afirmar, antes de explicar porque é que Rui Costa e Noronha Lopes não merecem ser eleitos: "Nas outras duas candidaturas que existem, uma já vimos que não tem liderança, o Benfica está a caminhar para um beco sem saída, se nós deixarmos continuar. E o outro que aparece [Noronha Lopes], é uma pessoa que eu não conheço pessoalmente, uma vez concorreu contra mim e ganhámos, mas é alguém que promete muito e não sei se vai conseguir as promessas que faz".
Vieira, que deixou a liderança do Benfica, em 2020, depois de ser detido, garante que, apesar da atual direção afirmar que a situação dos encarnados é favorável, a realidade é totalmente diferente: "Numa altura destas, em que nós estamos mal, contrariamente ao que o presidente do Benfica diz, que estamos muito bem, mas não diz a verdade. Ele não está a enganar que ele não engana as pessoas, mas se calhar é aquilo que lhe mandam dizer e ele diz. Por isso, estamos a atravessar um período em que vamos a descer e não andamos a subir, mas curiosamente em termos desportivos também é a mesma coisa. Desportivamente, nos últimos quatro anos ganhámos um campeonato, não ganhámos mais do que isso, investimos cerca de 500 milhões de euros e os títulos não vieram, mas gastámos bastante dinheiro", recordou o agora candidato à liderança das águias.
Vieira também explica que só com o domínio do futebol português, o universo benfiquista volta a ficar unido: "Aquilo que prometo a todos vós é que nós queremos, novamente, que o Benfica tenha uma hegemonia bastante forte. Ou seja, que nós venhamos a conseguir ganhar um tetra ou um penta para ver se acalmamos a massa associativa do Benfica. Há uma grande divisão entre todos nós. Hoje o Benfica está politizado, há muito radicalismo no Benfica e o Benfica vai sofrendo com isto todos os dias. Por isso vamos tentar acabar com isso e só conseguimos acabar com isto com projetos que as pessoas entendam e ganhando. A única coisa que prometo é que farei tudo, tudo, tudo para o Benfica ganhar, ser hegemónico em Portugal e o Seixal vai ser peça fundamental para fazermos isto tudo."
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