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O jornal 'Público' escreve esta segunda-feira que Luís Filipe Vieira foi avisado em 2017 que Carlos Ponck, médio defensivo caboverdiano que chegou ao Benfica em 2016, tinha falsificado a data de nascimento e até o nome em Cabo Verde, mas o dirigente nada terá feito relativamente a isso.
O antigo presidente dos encarnados terá inclusivamente apelidado de "chantagistas" os autores da denúncia. Um ano depois o jogador, que em maio deste ano foi detido no seu país por falsificação e alteração de documentos, foi vendido ao Desportivo das Aves por 1,2 milhões de euros, relativos a metade do passe.
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