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Destaque do Benfica: GAITÁN (nota 3)
8 jogos 1 golo
O argentino teve inúmeros pormenores de nível durante a primeira parte, nas ações de “1x1” ou a descobrir espaços para servir os colegas. Como outros, desceu de produção na segunda metade, muito por culpa do cansaço. Todavia, em cima do final, de cabeça, cheirou o 2-2. Matheus não concordou e fez uma defesa incrível.
Artur (3)
7 jogos 5 golos sofridos
Um jogo ingrato para o brasileiro que, apesar de ter executado quatro defesas de qualidade, sofreu dois golos e acabou por ver a sua equipa derrotada. Nada podia fazer no remate certeiro de Éder e a falta de visibilidade no tento de Agra (Maxi estava à sua frente) foi determinante.
Maxi Pereira (3)
8 jogos 2 golos
Teve nos pés, no último lance do jogo, a possibilidade de empatar, mas a sorte não o acompanhou. O mesmo sucedeu aquando do golo vitorioso de Agra, ao ver a bola passar-lhe entre as pernas. De resto, o espírito e a entrega de sempre.
Luisão (3)
8 jogos 0 golos
Comandou com regularidade o sector recuado dos encarnados. Os golos contrários surgiram após deficientes transições ataque-defesa e isso é culpa do coletivo e não especificamente dos centrais.
Lisandro López (3)
2 jogos 0 golos
Não tem medo de jogar feio quando a situação o exige e isso, claro, é uma vantagem. Mas, aqui e ali, ainda se percebe que está a procurar conhecer melhor os companheiros.
Eliseu (3)
8 jogos 2 golos
Começou a partida a fabricar o lance do golo de Talisca. E fê-lo em grande estilo. Depois, lutou imenso com Pardo, num duelo intenso em que somou vitórias e derrotas.
Samaris (2)
5 jogos 0 golos
Sendo certo que revela pormenores de qualidade, por vezes dá a sensação de estar perdido no campo. Viu o amarelo aos 24’ e ficou limitado na sua ação. Acabou (bem) substituído.
Enzo Pérez (2)
6 jogos 0 golos
Apesar de alguns momentos típicos, com a voluntariedade que o carateriza na luta a meio-campo, esteve uns furos abaixo do que lhe é usual, nomeadamente a partir do momento em que o Sp. Braga empatou. Pareceu visivelmente cansado.
Salvio (3)
8 jogos 3 golos
Na primeira meia hora esteve em destaque, criando espaços no seu corredor. Com o passar dos minutos seria dos que mais acusaram o desgaste e perdeu clarividência no passe. Mas podia ter marcado, de cabeça, aos 84’.
Talisca (3)
8 jogos 7 golos
Ainda o jogo mal tinha arrancado e já festejava o sétimo golo na prova. Depois – e pese um ou outro exagero quando tinha linhas de passe disponíveis – não parou de tentar voltar a bater Matheus. Contudo, não voltaria a ser feliz.
Lima (2)
8 jogos 2 golos
A “estrelinha” que o costuma acompanhar na Pedreira desta vez não se fez sentir. Esforçou-se, mas o acerto foi escasso. E numa má opção sua no ataque... nasceu o golo do empate.
Jonas (2)
2 jogos 1 golo
Saiu do banco e ajudou a revitalizar a equipa, a levá-la para a frente. Talvez justificasse entrar de início.