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A notícia da morte de Eusébio deixou Moçambique consternado. No bairro de Maputo onde nasceu, a Mafalala, rezou-se ontem uma missa em sua homenagem, ao mesmo tempo da que se realizou em Lisboa. Com a presença de vários familiares que continuam a residir na capital moçambicana.
Sabe-se que não será decretado luto nacional, apesar da tristeza geral. OMaxaquene, nome em que entretanto se transformou o clube onde o Pantera Negra cresceu, depois de se chamar Sporting de Lourenço Marques, reagiu com choque. “Ele costumava visitar-nos e era um verdadeiro exemplo para os jovens, apesar de reconhecermos que a maior parte não chegará ao seu nível. E acho que esse exemplo vai manter-se para sempre”, explica Ernesto Júnior, atual presidente do Maxaquene. A Record, o dirigente disse que apenas hoje o clube vai decidir a melhor forma de homenagear Eusébio.
Também Chiquinho Conde, avançado que jogou 18 épocas em Portugal, classificou de “perda irreparável para o desporto mundial” a morte de Eusébio. O atual treinador do Maxaquene, hoje com 48 anos, garante que “todos os moçambicanos estão tristes, qualquer que seja o seu clube”.
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