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Mourinho 'decide' salários dos jovens do Benfica: contratos melhoram com taxa de utilização

SEGUROS. Anísio Cabral e José Neto já acertaram a renovação com o Benfica
• Foto: SL Benfica

O processo de renovação de Daniel Banjaqui, José Neto e Anísio Cabral está em curso e a proposta que os jogadores receberam prevê que o salário esteja dependente da taxa de utilização que estes terão na primeira equipa do Benfica. Há um salário base definido, mas estes valores serão atualizados consoante o número de jogos que cada um faça na primeira equipa. 

Esta situação leva a que seja a utilização dada por José Mourinho a cada um destes elementos, que irá definir o valor que cada um destes jogadores irá receber. Se fizerem 10, 20 ou 30 jogos na equipa principal, os jovens verão o salário subir de forma substancial. Uma situação que gerou alguma dúvida nas negociações contratuais, uma vez que, não existem garantias que estes serão apostas efetivas da equipa técnica encarnada, apesar dos sinais dados por José Mourinho nesse sentido.

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Daniel Banjaqui e Anísio, por exemplo, foram utilizados nos dois últimos encontros, sendo que o primeiro foi titular em ambos. Antes disso, o lateral também já tinha sido lançado num duelo da Taça de Portugal, frente ao Farense. Já José Neto foi utilizado em dois encontros - Nápoles e Moreirense -, ambos ainda em dezembro. De lá para cá, tem vindo a ser utilizado na formação secundária das águias ou pelos juniores na UEFA Youth League.

Há ainda a salientar que a proposta de renovação das águias pretende que os jovens fiquem blindados com uma cláusula de rescisão de 80 milhões de euros. A direção encarnada está consciente que estes são talentos já muito cobiçados, depois de se terem sagrado campeões europeus e do mundo sub-17 e, dessa forma, pretendem amarrar estes jogadores. 

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Por Valter Marques
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