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Rui Vitória utilizou esta terça-feira uma analogia curiosa quando falava do plantel do Benfica. O treinador das águias utilizou as diversas cartas de um baralho para dividir os jogadores em vários setores.
"A formação de plantel funciona desta maneira: há os reis e os valetes. Há jogadores que são o suporte da equipa", começou por explicar, na entrevista dada à SIC.
O técnico prosseguiu com outra figura conhecida dos baralhos: "Depois há os ases que são os jogadores que ganham o jogo. Todas as equipas campeãs têm de ter esses jogadores, que quando os jogos estão equilibrados, é ali".
Para o fim ficaram "os duques e os ternos que aparecem, que são jovens", concluiu, admitindo, no entanto, que "faltam sempre" mais cartas.
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