Parceiros do fundo só com aval da SAD

O Benfica tem sempre a última palavra em relação aos interessados em serem parceiros da SAD no Benfica Stars Fund, apesar de o investimento estar a ser gerido pela Espírito Santo Activos Financeiros (ESAF).

Cabe à sociedade desportiva autorizar ou vetar a entrada de parceiros, embora a ESAF tenha conhecimento prévio das entidades com as quais o emblema da Luz não está interessado em fazer negócio e só em caso de dúvida pergunta aos responsáveis encarnados qual a posição a adotar.

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O fundo, de 40 milhões de euros, criado a 30 de setembro, conta já com três participações, sendo que a maior, de 50 por cento, é da Ongoing, empresa liderada por Nuno Vasconcellos e da qual José Eduardo Moniz, antigo diretor-geral da TVI, é agora vice-presidente. A SAD benfiquista detém 15 por cento do fundo e há um terceiro parceiro no negócio, que é desconhecido até ao momento e terá negociado a entrada diretamente com a ESAF.

Segredo

A Ongoing é, assim, a maior parceira dos encarnados, embora esta posição não tenha sido confirmada oficialmente por nenhum responsável.

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Aliás, Paulo Gomes, membro do conselho de administração da Ongoing Internacional, afirmou ao jornal "Público" que a empresa tinha uma "participação razoável", mas que não era o maior parceiro dos encarnados, negando, por outras palavras, os 50 por cento que parece efetivamente deter.

O Benfica tem já 12 jogadores no fundo, somando 22 milhões de euros. Contas feitas, estão 18 milhões por preencher, questão que será tratada no futuro, quer com a entrada de mais jogadores (desde que tenham entre 16 e 25 anos e mais de três anos de ligação ao clube) quer através da transferência de percentagens superiores dos atuais atletas ou a participação da Stars Fund na contratação de reforços.

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