Paulo Madeira, que jogou com Robert Enke no Benfica e conviveu com o malogrado guarda-redes alemão, manifestou-se esta noite chocado com a morte do antigo companheiro, um amigo que definiu como uma pessoa "fria, introvertida e pouco faladora".
"Estou triste, sobretudo pelas circunstâncias em que se deu a morte. Fui apanhado de surpresa, fiquei chocado", referiu o ex-internacional português, em declarações à Agência Lusa, na sequência da notícia do suícidio de Enke, de 32 anos, que alinhou no clube da Luz entre 1999 e 2002.
O antigo defesa central encarnado recordou que Enke e a mulher, Teresa, perderam uma filha em 2006, o que "lhe deixou marcas psicológicas profundas", e que recentemente se debateu com uma infecção bacteriana no intestino, que se arrastou por vários meses e só superou recentemente.
"Apesar de ser muito jovem na altura, revelava uma maturidade muito superior à idade que tinha. O facto de a minha mulher ser sueca e ele ter na altura uma namorada alemã foi pretexto para nos aproximarmos e convivermos. Jantámos juntos várias vezes e pudemos conviver e conhecê-lo mais de perto", lembrou ainda Paulo Madeira, para quem Enke era uma pessoa retraída, mesmo em privado ou com os companheiros de equipa no dia-a-dia.
Encarnados reagem às palavras do treinador portista, que falou em "área cinzenta a tornar-se cada vez mais verde"
Ambos merecem confiança de Mourinho
Dragões empataram, deixaram os leões aproximarem-se... e distância ainda pode ficar mais curta
Francisco Benitez eleito para mandato de quatro anos
Antigo jogador investigado por fuga aos impostos
Lendário nome do futebol alemão, que também fez história em Itália, lamenta a trágica eliminação no apuramento para o Mundial
Jovem do Corinthians está a participar na competição em Portugal com um selecionado do Brasil
Lateral esquerdo foi apresentado no Forte Virtus, do terceiro escalão
Ex-jogador e agora comunicador recorda episódio curioso em entrevista à 'Sábado'
Ítalo-argentino apelida o técnico como um "maníaco da linha de fora de jogo"