A passagem fulgurante de Jonas pelo jogo da Taça de Portugal, frente ao Sp. Covilhã, com um hat trick decisivo, tornou o avançado brasileiro na opção mais popular para o ataque do Benfica. Mas Jorge Jesus preferiu apostar no duo Lima-Talisca, que vinha de um jogo a zeros no Mónaco, para a Liga dos Campeões.
O treinador do Benfica privilegiou a consistência que a dupla mais utilizada lhe oferece, em detrimento de uma rutura de resultados imprevisíveis.
E Jorge Jesus começou por ter razão. Foi a mobilidade de Lima que permitiu ao Benfica lançar um ataque na zona intermédia, que Talisca finalizou bem no centro da área do Sp. Braga, a passe de Eliseu. Mas foi também Lima quem teve uma perda de bola no ataque que resultou no contragolpe rapidíssimo do Sp. Braga finalizado com sucesso por Éder.
Muito menos “em jogo” do que Talisca, que apareceu mais rematador e se distinguiu pelo número de passes certos, Lima esteve no bom e no mau. E o bom é aquilo em que continua a ser o melhor, entre os atacantes do Benfica: a disponibilidade para jogar em todo o campo, sendo o mau aquilo em que antigamente mais se destacava – as ações de desequilíbrio da defesa adversária para proporcionar situações de finalização e a capacidade de remate fácil. Lima não está bem e sofreu com a saída, em simultâneo, de Cardozo e Rodrigo.
Encontrar novas rotinas para se entender com Talisca é um desafio dele, mas também de Jesus. Principalmente de Jesus.
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