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"Claro que não vou referir, não posso referir. Há cinco treinadores no futebol europeu que não querem mudar nada nas suas equipas. Mas mesmo assim, um desses cinco vai dizer-lhe que mudaria alguma coisa. Estou a falar dos cinco que treinam as equipas mais poderosas, com maior autonomia no mercado, que se estão nas tintas para o fair-play financeiro. Se fui levado pelas minhas emoções e frustrações? É possível."
Foi desta forma que José Mourinho respondeu, este sábado, quando foi questionado sobre se podia adiantar quem são os jogadores que tinha "vontade de não fazer jogar mais” após o empate com o Casa Pia. No final do duelo em Rio Maior, o técnico deixou críticas aos jogadores e defendeu-se, lembrando que há poucos clubes no Mundo que nada mudariam na equipa.
Na conferência de antevisão ao duelo com o Nacional, no Estádio da Luz, o técnico setubalense voltou a repetir a ideia: "Eu consegui identificar cinco clubes/treinadores que são os únicos privilegiados neste mundo, onde eu também já fui. Mas é normal que qualquer treinador mudasse algo no seu plantel, principalmente depois de uma exibição e de um resultado frustrante e difícil de aceitar."
Ao que o nosso jornal apurou, os cinco treinadores são Álvaro Arbeloa (Real Madrid), Vincent Kompany (Bayern), Luis Enrique (PSG), Hansi Flick (Barcelona) e Pep Guardiola (Man. City).
Por Rafael Godinho
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