Rui Costa sobre as conversas entre Jorge Jesus e o Flamengo, antes da saída do Benfica.
"Uma das preocupações na altura era o massacre diário de Jorge Jesus ir ou não ir para o Flamengo. Os dirigentes estavam em Portugal. Hoje com os telemóveis não é preciso autorização de ninguém para as pessoas do futebol falarem. Todos os dias falava com Jorge Jesus, como falo com Veríssimo. A vontade de JJ era continuar no Benfica e finalizar o contrato, aliás era a vontade de ambos. Sei o massacre que ele estava a sofrer para ir para o Flamengo. Disse para limpar a cabeça de uma vez por todas e dizer-lhes para não aceitar, para no dia seguinte em conferência anunciar que ficas no Benfica e eu reforçava. Essa tal autorização, que foi anterior ao jogo com o FC Porto, era para ele limpar a cabeça. Foi cumprido à regra e João de Deus disse na conferência de imprensa que a vontade de Jesus era continuar no Benfica. Esse compromisso entre ambos foi respeitado na íntegra. Jorge Jesus toma essa posição e quando sai do Benfica já o Flamengo tinha outro treinador. Limpar a cabeça para enfrentar os dois jogos com o Porto e focar nos desafios que temos pela frente", referiu na BTV.
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