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Rui Costa considerou, em entrevista à Liga Portugal, que ainda "há muita coisa para fazer" ao fim de um ano de presidência no Benfica, afirmando que se sente mais "adulto e maduro".
"Eu, que acredito no destino, ser eleito no dia 10/10, e sendo eu uma pessoa quase vidrada em jogar com o número 10, acaba por ter a sua graça. Não foi nada intencional. Ao fim de um ano, muita coisa há para fazer ainda. Cadeira de sonho ou não? Eu sou, como tantos de nós, benfiquista dos pés à cabeça. Não escondo que sonhava um dia vir a ser presidente. Se me perguntasse se era nesta altura, claro que não. Precipitou-se tudo da maneira que toda a gente conhece, e eu não recuei nem me escondi quando o Benfica precisava. Sinto-me mais adulto, mais maduro. O primeiro ano foi extraordinariamente difícil pela forma como entrei. Estou a tentar fazer o caminho que todos os benfiquistas esperam que seja real: voltar às conquistas e à hegemonia nacional. Eu venho do desporto, e o foco será sempre desportivo, sem nunca descurar a saúde financeira do clube", começou por referir, antes de comparar as condições que encontrou quando chegou ao Benfica como jogador e como presidente.
"É muito fácil dizer que podíamos ter sido muitos melhores [com as condições atuais], mas na altura jogávamos nas condições que toda a gente tinha também. Gosto que se dê cada vez mais condições aos jogadores. Hoje, como há mais condições, os jogadores sentem, por vezes exageradamente, quando há algum problema. Hoje vejo os treinos do Benfica e pergunto-me se treinávamos àquela velocidade, se o ritmo não era completamente diferente. Naquela altura, estávamos no limite da nossa potencialidade. As comparações nem sempre são justas".
Numa entrevista onde louvou a mais recente iniciativa da Liga Portugal, o Thinking Football Summit - na qual lamentou não ter estado presente -, Rui Costa destacou o facto do Benfica ter recebido, nos Globe Soccer Awards, o prémio de Melhor Equipa Jovem do Ano: "Acredito que tenha sido bastante merecido. Um excelente trabalho de uma equipa de uma geração maravilhosa, e do grupo de trabalho enorme que levou estes miúdos a este patamar".
Questionado acerca dos fatores diferenciadores do futebol português que o tornam tão bem sucedido a nível internacional, Rui Costa não hesitou em referir o "talento" dos jogadores lusos. "Se fizermos essa comparação com as big-5 e pensarmos nos resultados que os clubes portugueses e a Seleção obtêm, acho que está a ser feito um trabalho extraordinário. Infelizmente temos grandes dificuldades económicas para competir. Mas basta ver os nossos jogadores. Tivemos Eusébio, tivemos o Figo com Bola de Ouro, depois o Cristiano também, numa década onde dominou. Representa muito daquilo que é o talento nacional e do facto de estar no nosso ADN combatermos as adversidades. Temos de nos orgulhar muito do que somos", rematou.
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