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Em causa as recentes declarações de Frederico Varandas
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Frederico Varandas revelou, no passado domingo, que numa reunião que teve com Rui Costa, André Villas-Boas e António Salvador, o presidente do FC Porto pediu a Reinaldo Teixeira, atual presidente da Liga, "mão de ferro" com os casos de justiça. Villas-Boas terá falado no caso Apito Dourado e no Caso dos Emails, que atingiram o FC Porto e Benfica, respetivamente. Esta equiparação caiu mal a João Diogo Manteigas, antigo candidato à presidência dos encarnados, que esperava uma reação por parte de Rui Costa. Tal não aconteceu e o advogado fez uma extensa publicação a criticar o silêncio da direção encarnada.
"Passou tempo demais sem que tenha existido um posicionamento firme do Benfica em relação às últimas declarações do presidente do Sporting no passado domingo, ao abrigo da sua habitual estratégia de pressão através dos media (até porque vêm aí dois jogos essenciais contra os rivais em território nacional). Mesmo sem qualquer enquadramento, decidiu partilhar 'um episódio privado' que entendia ser 'muito mais interessante' para os meios de comunicação explorarem (e porque lhe é conveniente para a sua estratégia de leverage comunicacional, distraindo com uma mão, enquanto tenta fazer algo com a outra invisível...). Na descrição do referido episódio, a ser verdade, ficámos a saber que o presidente do Porto se dirigiu ao seu homólogo do Benfica perante terceiros e colocou o processo Apito Dourado (e já agora, para memória futura, o processo Apito Final) ao nível do caso dos e-mails. A imagem, bom-nome e honra da instituição Benfica continua a ser alvo de ataque, seja em privado e/ou perante o público em geral. Neste caso, pela leviandade e gozo da referida comparação", pode ler-se numa publicação do advogado na rede social Linkedin, onde lançou um alerta aos benfiquistas:
" Os sócios do Benfica devem manter-se vigilantes e, acima de tudo, intransigentes na defesa da sua própria Instituição a nível interno - através da exigência no rigor de ação daqueles que nos representam - e a nível externo, contra todas as tentativas de depreciação, difamação, condicionamento ou pressão e, em particular, contra todos os indivíduos que adotarem procedimentos e/ou expedientes (independentemente das personalidades e dos cargos que ocupam) que visem fragilizar a instituição benfiquista", conclui João Diogo Manteigas.
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