Rui Costa vê na estrutura de futebol do Benfica um autêntico coletivo, ao nível do que espera da sua equipa em campo. Com elogios individuais para Lourenço Coelho e Rui Pedro Braz, o líder encarnado não mostrou problemas em assumir que apesar do trabalho conjunto, na hora da derrota há só um culpado.
"Não trabalho sozinho, felizmente neste clube não trabalho sozinho em nenhum aspeto. Todos têm contribuído de forma extraordinária, nomeadamente no futebol. Desde o Dr. Lourenço Coelho, que faz um trabalho extraordinário no acompanhamento à equipa, de todas as suas necessidades, é a minha salvaguarda. Ao Rui Pedro Braz, que me acompanha no mercado e tem tido um trabalho exemplar naquilo que é a sua manobra de mercado. Em nada estou sozinho, nesse aspeto como noutros. É isso que tentamos fazer internamente, é um trabalho coletivo e não só de uma cabeça. Claro que as decisões assumo eu. Ganhamos todos, perde o presidente", afirmou, no âmbito do Thinking Football 2023.
Questionado sobre se identificava com a ideia de um presidente-adepto, presidente-jogador ou somente presidente, Rui Costa vincou os laços emocionais com o Benfica e deixou uma garantia: "Eu não sei o que é ser um presidente-adepto, essa expressão sempre me fez confusão. Pois se o presidente está lá é porque tem sentimentos pelo clube e portanto é um presidente-adepto. Se a expressão é essa, eu direi então que serei sempre um presidente-adepto com todo o orgulho, mas um presidente responsável", concluiu.
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