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O guarda-redes Anatoliy Trubin considera que a pressão no Benfica é bastante superior àquela que sentia no Shakhtar Donetsk, clube onde se formou e de onde se transferiu para a Luz no verão de 2023. Em entrevista ao portal ucraniano 'Tribuna', o titular dos encarnados apontou as grandes diferenças entre as duas realidades. "Eu diria que 9 em cada 10 portugueses são adeptos do Benfica", afirmou, bem disposto, falando depois mais a sério. "A pressão aqui é muito mais forte. Como a base de adeptos é significativamente maior, isso sente-se muito no estádio. Mesmo que não joguemos muito bem, as bancadas podem pressionar a equipa", referiu o jogador.
Depois de frisar que "na Ucrânia é mais fácil lidar com isso pois a base de adeptos não é assim tão grande", Trubin elogiou o apoio que a equipa recebe nas partidas em que atua como visitante. "Nos jogos fora às vezes tens a sensação de que jogas em casa. Acontece que nos estádios há cerca de 70 por cento de adeptos do Benfica e apenas 30 por cento dos da equipa da casa. Por isso, às vezes parece que jogamos quase sempre em casa", sublinhou.
Titular indiscutível desde que chegou à Luz, mantendo o lugar com Roger Schmidt, Bruno Lage e agora José Mourinho, o internacional ucraniano de 24 anos contabiliza 126 jogos de águia ao peito. Contudo, admite que os primeiros tempos em Lisboa foram complicados. "Na verdade, no Shakhtar aprendi apenas palavrões com os brasileiros. Por isso, para ser sincero, isso foi difícil para mim pois sou daquelas pessoas que precisam de tempo para se ambientar e sentir-se confortável com todos. Depois torna-se mais fácil, mas mesmo assim à minha volta agora estão pessoas incríveis", refere o guarda-redes, recordando o início da aventura nos encarnados.
"Quando cheguei, todos diziam 'se precisares de alguma coisa, se precisares de ajuda é só dizer, vamos ajudar em tudo'. As pessoas na cidade são muito simpáticas, parece-me que os portugueses são muito abertos e acolhedores com todos. Por isso, no geral foi tudo bom", sublinha Trubin, acrescentando: "É claro que agora a adaptação é mais simples do que no início. Quando entendo melhor a língua e a cultura, sinto as pessoas e é-me muito mais fácil."
A cumprir a terceira época na Luz, o guardião já se sente capaz de ajudar quem chega, sobretudo um amigo de longa data. "Sim, agora posso ajudar outros, por exemplo o Sudakov. A situação dele é mais fácil do que foi a minha porque posso ajudá-lo quase em tudo", considerou.
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