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Um foi ao serviço da Seleção Nacional o outro quando representava o Milan. Ainda hoje Rui Costa tem dúvidas em escolher aquele que foi o pior momento da carreira.
"Há dois que são fatídicos para mim, não sei qual deles é que meto em primeiro lugar. Mas, na indecisão, meto sempre o Europeu 2004 à frente, porque foi um título que me fugiu, porque estava a representar a Seleção e porque foi uma oportunidade única que nós tivemos e acabámos por deixar fugir. A outra é também uma final da Liga dos Campeões, a minha segunda, Milan-Liverpool, estar a ganhar 3-0 ao intervalo e acabar por perdê-la nos penáltis é uma coisa que fica atravessada na garganta", revelou em entrevista ao 'Negócios', contando, ainda qual um dos momentos mais memoráveis: "Felizmente, foram muitos. Desde logo ser campeão do mundo de Sub-20 por Portugal, em 1991, ainda por cima em Portugal. Sou um privilegiado porque bato o último penálti".
Rui Costa marcou o penálti decisivo que deu o título mundial à Equipa das Quinas há 26 anos e explica o que sente quando hoje ainda recorda aquele dia.
"Se nos meus sonhos pintasse um quadro a dizer o que queria, nunca me passaria pela cabeça pintar uma coisa tão bonita, como foi aquele dia para mim e para todos nós.
Queríamos ser campeões do mundo, mas nenhum de nós estava preparado para jogar para 130 mil pessoas e se tornar estrela de um dia para o outro. Passámos do anonimato ao estrelato num dia", recordou o maestro, alcunha com que ficou conhecido enquanto futebolista.
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