Luís Filipe Vieira abordou esta segunda-feira o ataque ao autocarro do Benfica após o empate com o Tondela e classificou o incidente como "um crime", pedindo às autoridades que descubram os autores do apedrejamento em plena A2.
"Eu e o meu motorista fomos vítimas de um atentado quando vínhamos de Paços de Ferreira e ficou tudo em águas de bacalhau. O que se passou com a camioneta é um crime de tal ordem, que é das coisas mais nojentas e maquiavélicas que já vi. Não sei se são benfiquistas ou não. Mas apelamos às autoridades que descubram quem fez aquilo ao Benfica. Aquele pedregulho se bate no vidro do motoristas podia ser bem pior. Se forem sócios vão ser afastados", afirmou o líder dos encarnados em declarações aos jornalistas após a Assembleia Geral da Liga.
Espírito do grupo
"O grupo está forte e todos estão unidos. É como uma família. Agora às vezes querem fazer casos onde eles não existem. Toda a gente tem desabafos. Agora o que vem para fora, pouco me importa. Ordenados em atraso, lay-off, isso é que me preocupava. Assumimos a responsabilidade com todos os profissionais."
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