Luís Filipe Vieira ficou magoado com o comportamento de Jorge Jesus na parte final do processo e não lhe perdoa. O presidente dos encarnados já olha em frente, preparando a sucessão do técnico amadorense no comando da equipa, mas não esquece a desfeita.
Jesus foi uma aposta de Vieira quando se recandidatou à liderança, nas eleições antecipadas de 2009. O presidente dos encarnados contratou-o ao Sp. Braga e sempre deu a cara, mesmo nos momentos mais complicados, em que Jesus era contestado.
Foi assim em 2011, após o Benfica ter sido eliminado da Taça de Portugal pelo FC Porto, desperdiçando o triunfo obtido na 1.ª mão das meias-finais, no Dragão. "Não tenho memória curta e os benfiquistas também não e não são ingratos. E eu também não o sou. Estou grato ao que já conquistámos com Jorge Jesus", afirmou, não obstante estar a viver "dias frustrantes".
Outro momento aconteceu há dois anos. Depois de o Benfica ter perdido o campeonato nas últimas jornadas e a Taça de Portugal, Vieira passou por cima da contestação, prolongou a ligação por mais dois anos, manteve o salário que auferia, ficando blindado com uma cláusula de rescisão de 10 milhões de euros – era de 7,5 milhões.
Defensor desde a primeira hora de Jesus – "Se o Benfica lhe paga os 4 milhões, é porque ele tem justificado", dizia, no ano passado –, Vieira ficou, por isso, abalado com a forma como o treinador liderou o processo e, sobretudo, o silêncio. Para o dirigente, não há perdão.
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