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Finda a 12.ª jornada, o trio dourado do FC Porto somava 24 dos 28 golos da equipa na Liga. Varela parou logo a seguir, regressando agora para reeditar um ataque que tem criado pânico aos adversários. Numa semana em que precisa de voltar a ser afirmativo, o que ganha o dragão com o seu camisola 17?
Os números apresentam uma máquina de eficácia, desde logo no capítulo da finalização. Varela precisa de pouco mais de dois remates para marcar um golo, sendo claramente o mais assertivo entre os colegas do ataque. É igualmente alta (quase 75 por cento) a capacidade para enquadrar os disparos com a baliza, o que confirma a pertinência das suas ações.
Diz a estatística do campeonato que Varela faz pouco, mas faz bem. É, pois, um elemento cujo comportamento diverge do de Hulk e Falcão, numa complementaridade que rendeu muitos frutos a Villas-Boas e que o técnico pretende agora recuperar.
Varela não joga há mais de um mês, tendo sido rendido na Liga por Cristian Rodríguez (V. Setúbal) e por James (P. Ferreira). E se os números denunciam um Cebola hiperativo (mas inócuo) no encontro com os sadinos, denotam também um James amorfo na partida da Mata Real.
Está bom de ver que não é fácil substituir Varela, que tem confirmado nesta época as indicações já deixadas na anterior. Com estatísticas impressionantes, só lhe falta mesmo somar passes para golo, algo que Hulk tem reclamado quase em exclusivo.
Há poucas dúvidas de que o ataque vai reagir positivamente ao regresso do camisola 17, mas resta saber em que condições se apresenta Silvestre Varela e também, por outro lado, que dinâmica vai conseguir dar a uma ala esquerda que não conta com o pendular Alvaro Pereira.
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