Pegou na bola, foi a casa deixá-la e saiu para jantar com Alvaro Pereira. Rotinas banais para um avançado que, em menos de uma hora, dinamitou recordes da história do FC Porto e da história das provas da UEFA. O póquer chegou quando Falcão já pedia ao árbitro o esférico do hat-trick, atrasando-se no terreno para depois surgir, fulminante, a cabecear para um póquer inédito na sua carreira. Foi o seu 4.º golo que convenceu Bjorn Kuipers a entregar-lhe o prémio mais desejado e que figura já junto das bolas dos jogos com o Rapid Viena (hat-trick na Áustria, o primeiro de azul e branco) e com o Spartak Moscovo (mais 3 golos, agora no Dragão).
Para os adeptos portistas, o júbilo teve uma ressaca plena de interrogações. A mais premente relaciona-se com a possibilidade de choverem propostas pelo matador mais eficaz de uma só edição de qualquer competição europeia. É algo a que a SAD se expõe e que Villas-Boas comentou após o jogo, alegando cláusulas elevadas que blindam os seus craques. A de Falcão, sabe-se, é de 30 milhões de euros. E se em Inglaterra pagaram isso pela organização do casamento real, não é difícil prever que os colossos avancem com igual verba para assinar com El Tigre.
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