A poucos minutos de entrar em campo para disputar um jogo que pode valer a conquista do campeonato para o FC Porto, Diogo Costa assumiu que é importante a equipa saber gerir as emoções, ainda que o título esteja bem presente na cabeça de todos.
"O que significa este jogo não é mais do que a dedicação e o esforço de toda a época. Temos que fazer mais um jogo, o nosso trabalho bem feito. O controlo emocional vai ser muito importante. É difícil esconder tudo isto, não vou ser hipócrita e dizer que o título não nos passa pela cabeça. Sei que as pessoas estão eufóricas, mas nós somos profissionais e temos de fazer o nosso trabalho", referiu o guarda-redes, admitindo que três anos sem ganhar é demasiado para o FC Porto.
"Não vou esconder essa saudade de todos, nós e dos adeptos. É algo que ambicionamos desde o início e será a consequência do que fizemos toda a época, temos de fazer o nosso trabalho e respeitar o adversário. Estamos muito agradecidos por esta receção dos adeptos, não só hoje mas em todos os jogos. Fazem parte do clube, da nossa motivação, e o que nos resta é cumprir o sonho deles", referiu, explicando depois o que foi mais difícil de lidar esta época sendo ele capitão de equipa: "Posso falar de muitas coisas. Aconteceram algumas tragédias, isso para mim foi muito difícil. No meu papel de capitão, o que me deu mais trabalho foi incutir nos novos jogadores o que estava a fazer falta ao nosso clube, estarmos há três anos sem ganhar o campeonato. Trazer o ADN FC Porto, a nossa cultura. Estou extremamente orgulhoso da nossa equipa, todos deram o máximo todos os dias."
No plano mais individual, Diogo Costa preferiu realçar o coletivo na hora de falar sobre os poucos golos que tem sofrido. "Os golos que não sofremos é mérito de toda a equipa. Nunca me gabo disso. Comparando o ano passado com este, há muitas cosias que contam para que as coisas corram bem. Desde logo a qualidade do mister, que veio dar um novo rumo ao clube e a alguns jogadores. Vem da qualidade da equipa técnica, da qualidade dos treinos", vincou.
Até às 10h50 em Lisboa, mudaram de mãos 1.189 ações, que geraram uma receita de 3,829 mil euros.
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