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Depois de na conferência de imprensa antes do jogo com o Mafra (2-2), Sérgio Conceição já ter falado no tempo de compensação, este sábado, e na ressaca do encontro da Allianz Cup, os dragões voltaram ao tema.
"Faltou um golo para fechar a reviravolta, faltou "agressividade defensiva" e faltou mais tempo ao tempo de compensação, numa espécie de moda recorrente e até contracorrente às práticas do Mundial. Por isso Sérgio Conceição falou "do jogo que não houve" no Dragão, do empate a dois com o Mafra na jornada de abertura da Taça da Liga e do mal menor proporcionado pela soma de um remate fulminante de Toni Martínez a um toque subtil de Pepê, que queriam dedicar algo mais a Reinaldo Teles. Em vez disso, o FC Porto ofereceu a primeira parte ao adversário, como observou o treinador, admitindo que os azuis e brancos não ganharam "por culpa própria" e que só na segunda metade foram a equipa que costumam ser, com "mais peso no ataque" e capaz de criar "muitas situações" de golo. Toda esta linha de reconhecimento, conferida passo a passo, deixou Sérgio Conceição próximo de outra constatação inequívoca: a de que houve "perdas de tempo constantes" que afastaram os Dragões da vitória, sobrando-lhes agora "dois jogos para corrigir" e garantir a qualificação para a final-four da prova", pode ler-se no 'Dragões Diário'.