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Foi já para lá da meia-noite que Pedro Proença entregou o troféu de campeão ao FC Porto. Um momento bem diferente por comparação com anos anteriores e por culpa da Covid-19.
Os jogadores receberam as medalhas e dirigiram-se a uma zona do relvado onde estavam 32 postos individuais, identificados com o nome de 27 jogadores (inclusive Meixedo, que não chegou a jogar) e dos cinco elementos da equipa técnica, e com o devido distanciamento. Os atletas, claro, entraram com caras e cabelo pintados, com bandeiras à cintura e... telemóveis na mão.
Depois, todos rumaram ao palco principal para ser erguida a taça. Seguiram-se os festejos livres, com champanhe à mistura, e mesmo Sérgio Conceição esteve bem ativo na brincadeira com os jogadores e adjuntos. E ainda houve tempo para uma homenagem ao público, ausente nesta fase, com o grupo a ter subido a uma bancada para festejar junto dos sócios, cujos nomes estavam já afixados nas cadeiras do Dragão há largas semanas.
Entretanto, e tal como no clássico com o Sporting, em que os portistas garantiram o título, Nakajima voltou a não fazer parte da festa, uma decisão tomada poucas horas antes de um jogo onde o FC Porto já tinha o escudo de campeão no equipamento.
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