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Na longa intervenção na rede X onde pormenoriza todas as situações relacionadas com o caso de violência doméstica em que está envolvido, Francisco J. Marques relatou uma situação onde, na sequência da revelação por si assumida de mails que pertenciam ao Benfica, também foi acusado de acesso ilegítimo ao mail da mulher.
"Então, sucintamente, a alegação era assim: em meados de 2016 alguém terá entrado no e-mail da minha ex-companheira, tendo ela, jornalista na agência Lusa, com experiência nestas coisas, se deslocado à PJ para descobrir o 'malandro'. E, segundo a imputação que me foi entregue aquando da minha detenção a 15 de março, a PJ tê-la-á informado que tinha sido eu o criminoso. Fiquei perplexo, porque nunca o fiz, nunca fui sequer contactado pela PJ quanto a tal matéria. Disse-o perante o Tribunal de Instrução Criminal em sede de interrogatório, mas claro que o meu desmentido não contou para nada e as medidas de coação foram estabelecidas tendo em conta também essa grave alegação, entre muitas outras, entretanto arquivadas", assevera.
Marques questiona em seguida: "O que seria normal ter feito o Ministério Público do Porto em sede de investigação? Simples, perguntar à PJ se aquilo era verdade, se alguma vez tinham informado a minha ex-companheira, suposta vítima, de que o Francisco J. Marques lhe tinha violado o e-mail. Se a resposta fosse afirmativa havia uma boa prova contra mim, se a resposta fosse negativa havia uma boa razão para proceder contra ela, por inventar factos falsos para incriminar o ex-companheiro."
A forma que o diretor de comunicação do FC Porto encontrou para clarificar a situação foi o envio de um ofício para a PJ através do seu advogado, Nuno Brandão, que também o defende no caso do emails, concluíndo o relato: "E o que fez a Sra. Procuradora então titular do inquérito? Deu apenas e só como verdadeira a alegação falsa da minha ex-companheira. E o que fez depois a Sra. Procuradora que a substituiu, quando, em interrogatório complementar, lhe lembrei que era muito fácil saber se era verdade ou não, bastando perguntar à PJ? Continuou sem fazer nada, obrigando o meu Advogado, Dr. Nuno Brandão, a requerer que se oficiasse a PJ a informar se havia algum registo. E em junho de 2023 lá foi a pergunta para a PJ. E qual foi a resposta? A resposta foi a de que não havia qualquer registo, nunca tinha havido qualquer queixa. E assim ruiu a história de que o homem dos mails do Benfica tinha violado o mail da mulher. Inacreditável, mas verdade. Inaceitável, mas muito útil a certa gente e a certo modo de pensar."
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