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Filipa Azevedo, a magistrada do Tribunal de Instrução Criminal do Porto que recentemente mandou para julgamento Francisco J. Marques, por violência doméstica, é a juíza da ‘Operação Pretoriano’. Os autos foram devolvidos à magistrada judicial - que é a juíza natural - depois de Pedro Miguel Vieira ter feito os interrogatórios. A escolha daquele magistrado aconteceu num quadro determinado por uma deliberação homologada pelo Conselho Superior da Magistratura que determina que estando de baixa o juiz de turno - o magistrado do juízo 3 não estava ao serviço - deve ser substituído pelo magistrado do juízo seguinte, no caso J4, que era Pedro Miguel Vieira. Uma situação semelhante à ocorrida no ‘Ticão’, com os arguidos da Madeira. Leia o artigo na íntrega no 'Correio da Manhã'.
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