Leandro: «Vim com grande vontade de vencer»

CHEGOU. Leandro aterrou finalmente em Portugal, depois de um extenso período de negociações. O ponta-de-lança viajou durante a noite e teve um dia extremamente agitado. O que ainda assim não o impediu de comparecer nas instalações da SAD ao final da tarde.

O dianteiro viajou para Portugal acompanhado do seu empresário, Oliveira Júnior, bem como de uma representação da Portuguesa composta pelo presidente Amílcar Casado e pelo vice-presidente jurídico, Nélson Seco. Estes dirigentes seriam imediatamente encaminhados para a Torre das Antas, onde foram apresentados aos seus homólogos do FC Porto e seguiram para o hotel onde ficam instalados. Retemperando forças para as negociações previstas para a parte da tarde.

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Leandro, porém, seguiu com o seu empresário e o funcionário Domingos Pereira para uma “bateria” de exames médicos. Em primeiro lugar na Casa de Saúde da Boavista e seguidamente no Centro de Medicina Desportiva. Terminando nas instalações do Estádio das Antas, onde também compareceu o médico portista José Carlos Esteves.

Nas únicas declarações que proferiu na sexta-feira, Leandro assumiu antes de mais a felicidade que lhe provoca a oportunidade de jogar nas Antas. “Primeiramente, estou muito feliz por poder vir para o FC Porto. Trata-se de um grande clube e que tem uma equipa com tradição. Sinto-me muito orgulhoso”, asseverou, encarando com personalidade as constantes referências ao seu antecessor: “Com certeza que conheço Mário Jardel. Trata-se de uma grande pessoa. Um grande profissional que admiro muito. Tenho a certeza que vou conseguir o mesmo sucesso que ele teve.”

Em suma, Leandro mostrou convicção: ”O meu pensamento é o de marcar bastantes golos e ajudar os meus companheiros e o FC Porto a conquistar títulos. Podem ter muita confiança em mim. Vim com grande vontade de vencer.”

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PORMENORES ACERTADOS

Como é comum no futebol, nem tudo ficou definido nos contactos estabelecidos com os dirigentes da Portuguesa para garantir a contratação de Leandro. Mesmo com os préstimos do empresário José Caldeira, que mediou o processo, alguns pontos só poderiam ficar definitivamente acertados numa negociação mais personalizada. Com envolvimento de ambos os presidentes.

Na chegada ao aeroporto, o vice-presidente jurídico da Portuguesa, Nélson Seco, alertou para a necessidade de ”resolver algumas questões de ordem financeira”. Ao final da tarde começou a ronda negocial definitiva, à qual Leandro se juntou mais tarde na companhia do empresário.

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Ainda não tinham soado as 22 horas quando todos saíram para jantar. Estava fechado o negócio.

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