Durante a campanha eleitoral para a presidência do FC Porto, João Rafael Koehler chegou a desafiar André Villas-Boas a apresentar um contrato com "Goldman Sachs ou JP Morgan" com taxas de juro de cerca de 5%. Esta quinta-feira isso aconteceu mesmo e o empresário, proposto a vice-presidente na lista de Pinto da Costa, está a ser muito criticado nas redes sociais, tendo ele próprio lançado um duro ataque ao financiamento apresentado pelo FC Porto.
Record sabe, no entanto, que a Quadrantis, fundo ao qual está ligado João Koehler, tinha acordado com o FC Porto um empréstimo de 75 milhões, mas com a obrigação de um pagamento à cabeça de 25 milhões de euros de juros. Isso ficou escrito em ata e foi assinado por Pinto da Costa e Fernando Gomes, então presidente e administrador da SAD do FC Porto.
Além disso, o FC Porto ficava como fiador do empréstimo e, como garantia, dava os passes de Otávio e Alan Varela. Estava também acordado que os dragões pagariam 15 M€ a cada mês de setembro durante cinco anos.
Nesse empréstimo, que serviria para aplicar na construção da Academia da Maia, a Quadrantis de João Rafael Koehler cobrava ao FC Porto taxas de juro de 13%, mas financiava-se a 7,5%. O negócio só não avançou antes das eleições porque Koehler não teve sucesso na busca pelos investidores.
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