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Renascer da rivalidade

Renascer da rivalidade

Foi a 9 de maio de 2008 que FC Porto e Boavista se viram colocados em xeque pela mão pesada de Ricardo Costa, à altura presidente da Comissão Disciplinar da Liga. Na sequência do acórdão que ficou conhecido como Apito Final, os dragões perderam seis pontos – sem relevo no tricampeonato às ordens de Jesualdo Ferreira – por tentativa de corrupção a dois árbitros, enquanto o Boavista desceu de divisão por coação de três equipas de arbitragem.

A polémica subsequente é conhecida. O Boavista foi agora recolocado no escalão principal, mas nada apaga da memória dos adeptos as seis temporadas de travessia do deserto pelos escalões secundários. Para esta noite, no Dragão, está marcado o renascer de uma velha rivalidade, provavelmente agora com muito menos crispação, dispensando excessos do passado e adquirindo uma expressão mais saudável fruto igualmente de uma postura mais contida dos principais dirigentes.

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Os axadrezados de Petit ainda gatinham na 1.ª Liga e dificilmente evitarão ser devorados por um FC Porto que impressiona. Após a goleada na Liga dos Campeões, a máquina de Julen Lopetegui ameaça entrar em velocidade de cruzeiro já com um ciclo de elevada exigência no horizonte: Sporting, Shakhtar, Sp. Braga e Athletic Bilbao são os oponentes que se seguem no calendário.

O Boavista até se sente confortável no seu sintético, mas fora tem sofrido horrores: duas derrotas e 0-7 em golos. No último duelo, realizado no Bessa, em março de 2008, o desfecho foi um nulo. A partir de hoje, o dérbi tripeiro ganha uma nova face.

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