Dois jogos: uma derrota e um empate. É este o balanço da viagem do FC Porto ao México: depois da derrota, nos penáltis, diante do Cruz Azul, os dragões defrontaram esta madrugada os mexicanos do Chivas Guadalajara, com o jogo a terminar com um empate... e alguma polémica. No final do encontro, Sérgio Conceição reconheceu que a equipa teve algumas dificuldades em se adaptar ao clima, mas vê sinais "muito positivos" nos seus jogadores.
"Foi mais um jogo de preparação com coisas muito interessantes, coisas muito positivas. Outras coisas menos boas, e nesse aspecto posso falar das dificuldades dos jogadores em adaptarem-se a este clima, é sempre difícil. Já o referi, mas é uma realidade, e nota-se sobretudo em jogo, dado que acaba por ser diferente para a equipa. Quanto ao que demonstrámos hoje, fizemos dois golos, podíamos ter feito mais, e depois foi um típico lance aqui no México, segundo o Matías Almeyda [treinador do Chivas], que acabou por dar um golo ao Chivas. Foi um golo ridículo. A partir do momento em que diz que é para formar barreira, a partir daí tem que fazer soar o apito. É fácil, é simples, não é preciso ser um entendido na arbitragem. Isso reabriu o jogo, o que aliado a muitas substituições que tive de fazer, quebrou um bocadinho naquilo que vinha sendo a nossa intensidade e dinâmica que tivemos durante 70'. Tudo isto faz parte do processo da própria equipa, da sua evolução, mas estou muito contente com estes jogadores. Vamos ser uma equipa competitiva, vamos estar prontos dia 9, contra o Estoril, e aí, sem dúvida nenhuma, com toda a gente a nível físico num patamar muito mais forte do que neste momento. Mas o que vi já hoje foi uma equipa que me dá sinais muito, muito positivos", afirmou ao Porto Canal.
E prosseguiu, avaliando o sistema tático. "O 4x4x2, o 3x5x2, o 4x2x3x1, por aí fora, dependem sempre de uma dinâmica que se tem criado na equipa. Em diferentes momentos do jogo, na construção do jogo, naquilo que passa por toda a gente de uma forma organizada: defender bem, saber o que faz quando tem a bola, saber o que faz quando não tem a bola. Requer, também, tempo de trabalho, mas já tivemos contra o Chivas, em alguns momentos, coisas parecidas aquelas que eu vou querer ver no campeonato e quando entrarmos em competição. Por isso, mais uma vez volto a dizer que estou muito contente. Dentro de um ambiente dificil, e não estou a falar do ambiente do estádio, cheio de diferenças em relação ao que existe no nosso país e que neste fase inicial nos criam muitas dificuldades."
Por Vítor PintoAcompanhe todas as incidências da 2.ª mão das meias-finais da Taça de Portugal
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