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O GUARDA-REDES portista Vítor Baía viu confirmados os seus piores temores, ao saber que não tem forma de escapar a uma intervenção cirúrgica para corrigir a ruptura parcial do tendão rotuliano do joelho direito que sofreu na passada sexta-feira, o que o obrigará a cerca de quatro meses de inactividade.
Após a consulta com o ortopedista Mário Beça ficou decido o recurso à operação que, em princípio, será realizada no sábado, no Hospital da Trofa, instituição que tem um protocolo de colaboração estabelecido com o FC Porto (a estreia aconteceu com Deco, curiosamente também a uma rotura num tendão do joelho direito).
A intervenção será da responsabilidade do cirurgião Mário Beça que, segunda-feira, acompanhado do médico portista José Carlos Esteves, marcou presença na sala de Imprensa do Estádio das Antas para revelar alguns detalhes do processo.
O mais importante foi o convite dirigido ao especialista bósnio Nebojsa Popovic, que realizou a operação ao menisco do joelho direito de Baía em Fevereiro último, para assistir à cirurgia: ”Somos amigos e achámos por bem convidá-lo. Será, também, uma forma de ficar a conhecer a cidade do Porto.”
Este tipo de conduta não é novidade no FC Porto. O cirurgião do Barcelona José Luís Borrell, que operou o joelho esquerdo de Baía na Catalunha, foi também convidado a assistir à cirurgia que Mário Beça realizou ao joelho direito do guarda-redes e que precedeu a visita a Popovic.
A correcção da lesão de Baía, semelhante às que afectaram João Pinto, André e Domingos – todos operados por Mário Beça – não coloca, em teoria, grandes dificuldades clínicas, mas o cirurgião deixa um alerta: ”Em teoria, é, de facto, uma cirurgia simples. Mas só depois de abrirmos o joelho poderemos avaliar concretamente a percentagem da rotura. Estou confiante em que, no caso dele, tudo vai correr bem. Neste clube já foram operados vários jogadores com lesões semelhantes e recuperaram com sucesso. O tempo de recuperação rondará os quatro meses.”
Vítor Baía inicia terça-feira trabalho de programação pré-operatório.
Calvário de Baía
Com a intervenção cirúrgica de sábado será a quarta vez que o guarda-redes portista ”vai à faca” por causa do joelho direito.
A deslocação do FC Porto a Molde na 1ª ronda da fase inaugural da Liga dos Campeões há duas épocas (1999,) marcou o primeiro sinal de alarme do joelho direito.
A 21 de Setembro voltou a queixar-se após choque com Esquerdinha e foi sujeito a trabalho de ginásio face ao regresso das dores dia 27. Recuperou e jogou em Madrid no dia seguinte, fazendo uma grande exibição.
Seguiram-se jogos de grande sacrifício em Outubro: Portugal-Hungria, FC Porto-Sporting e, depois de falhar a deslocação a Atenas (Olympiakos), rompeu o menisco no FC Porto-Hertha de Berlim. Sucederam-se as complicações – edema, derrame e uma drenagem de líquido articular – até à intervenção de Popovic, dia 11 de Abril.
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