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Quase seis meses depois de ter sido detido, Vítor Catão quebrou o silêncio. Foi ouvido pela procuradora do Ministério Público do Porto e alegou que Adelino Caldeira, que era vice-presidente do FC do Porto, sabia que existia um plano para calar os apoiantes de Villas-Boas durante a assembleia geral do clube em novembro de 2023. Catão alegou que o antigo administrador portista tinha os seus próprios interesses em manter Pinto da Costa na presidência. Numa fase inicial da investigação, outras testemunhas tinham já mencionado o nome de Caldeira. Leia o artigo na íntegra no 'Correio da Manhã'.
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