O técnico César Peixoto salientou a importância anímica que o empate arrancado na Amadora, na última jornada, naquele que foi o seu jogo de estreia no comando dos gilistas, proporcionou no balneário e está confiante em dar continuidade a essa etapa de crescimento na receção ao Santa Clara.
“Foi importante quebrar o ciclo de derrotas, mas ainda falta bastante campeonato e há muito para crescer. Considero que a equipa está mais equilibrada tanto defensivamente, como ofensivamente e a missão é traçar um caminho, fazê-los acreditar que é por ali que vamos ter sucesso e acredito que vamos ser competitivos”, comentou o responsável, reconhecendo que este Santa Clara não é muito diferente daquele que teve oportunidade de vencer quando estava na liderança do Moreirense: “Temos pela frente um adversário que está a fazer um belo campeonato, tem muita qualidade, o mesmo treinador, a mesma ideia de jogo e não mexeu muito no mercado, logo não vejo muitas diferenças no padrão. Contudo, cada jogo é uma história diferente e o mais importante neste contexto é a forma como o Gil Vicente encara o desafio. Temos de ser humildes, agressivos nos duelos e saber o que é preciso fazer para, consequentemente, a equipa ser cada vez mais forte”.
Ideia de maturação para explorar durante a paragem do campeonato, na certeza que César Peixoto foi ágil a reconhecer a vantagem da interrupção no seu contexto.
“Para quem chegou há pouco tempo as paragens são sempre boas porque dão tempo para trabalhar sem pressão. O Gil Vicente tem urgência de adquirir pontos, mas esta interrupção dá-nos tempo para fazer a equipa render o que acho que pode render. Agora é óbvio que, se estivesse no cargo há algum tempo e a atravessar um ciclo positivo, preferia estar a jogar, mas nas nossas circunstâncias é benéfico”, justificou o técnico.
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