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O brasileiro Murilo abriu o marcador em Barcelos e ainda teve mais um par de excelentes ocasiões para ampliar o marcador, mas nunca mais encontrou a mesma eficácia e assumiu com naturalidade o preço elevado que o Gil Vicente pagou frente ao Marítimo
“Nunca deixámos de procurar segundo golo, mas quando não consegues é natural que procures resguardar um pouco a vantagem no final. Pagámos o preço da nossa falta de sorte e do mérito do Marítimo, porque o futebol é assim”, comentou o extremo, salientando que “a equipa vai continuar de cabeça erguida”: “O trabalho está à vista. Mostrámos qualidade, postura ofensiva e um jogo bonito. Fomos castigados no último minuto e nos próximos dias vai doer um bocado, mas vamos seguir em frente”.