Para além de Miguel Caires, o sócio fundador do movimento 'Salvar o Marítimo', Egídio Carreira, também teceu críticas ao momento atual do clube. “Temos de travar a espiral em queda, pois seria uma tragédia a descida à Liga Sabseg e um rombo naquilo que é a autonomia da Madeira", garantiu.
Depois, este associado explicou que a assembleia-geral requerida tem dois pontos na ordem de trabalhos: "O primeiro ponto é a análise da situação não só do futebol profissional, mas das modalidades em geral e do ponto de vista administrativo e financeiros do clube, que é uma situação dramática. O ponto número dois propôs a destituição dos órgãos sociais”, explicou.
No entender deste contestatário à gestão de Rui Fontes, "os órgãos sociais do Marítimo, em particular o senhor presidente, já não têm condições para gerirem o clube em estabilidade e evitar a tragédia que seria a descida para a segunda divisão".
Por João Manuel Fernandes