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Um dos indiscutíveis de Vasco Botelho da Costa, Stjepanovic tem sido uma das revelações da presente edição da Liga Betclic, naquela que é a primeira temporada do internacional sub-21 fora da Sérvia. Em declarações ao portal 'Mozzart Sport', o médio do Moreirense fez um balanço positivo da mudança para Portugal.
"Aconteceu tudo muito depressa. Antes, tinha falado com pessoas do Vojvodina e estive perto de fechar a transferência. No verão passado, estive com o Partizan num torneio na Rússia e foi precisamente aí que o meu agente me ligou a dizer que existia a possibilidade de ir para a 1.ª Liga portuguesa. Quando soube, não hesitei e tomei uma das melhores decisões da minha vida. Por muito que goste do Partizan, naquele momento queria sair. É uma oportunidade que surge uma vez na vida. No final, recebi tudo aquilo que me faltava na Sérvia: oportunidade e confiança. Consegui corresponder. Só falhei um jogo e foi por castigo", referiu, deixando elogios ao campeonato português.
"Há muitos jogadores de grande qualidade individual e joga-se a um ritmo incomparavelmente mais rápido do que na Sérvia. Corre-se muito, há muitos duelos e grande intensidade. Jogue-se contra quem se jogar, seja o FC Porto ou o Tondela, corres 12 ou 13 quilómetros. Não há tempo para parar. Joguei pouco na Sérvia, mas não tem comparação", explicou, admitindo que não esperava uma afirmação tão rápida na equipa.
"No início o plano era não jogar sempre, mas sim dar alguns meses para avaliarem como me adaptava, mas adaptei-me rapidamente. Sabia ao que vinha, estava farto de ficar no banco e queria provar que consigo jogar futebol a um nível elevado. A minha vida mudou, deixei a família na Sérvia, e defini como objetivo ser titular logo no primeiro jogo. Quando vi que o treinador me colocou no onze inicial contra o Alverca, disse para mim: 'Ok, agora mostra-te'. Joguei muito bem, ganhámos 2-1, e no jogo seguinte, frente ao Santa Clara, fui eleito o homem do jogo. A partir daí a confiança cresceu e tudo começou a correr melhor. Tendo em conta o tempo que estive sem jogar, estou satisfeito. O treinador também está satisfeito, assim como o clube. Só em três jogos não fui titular", sublinhou, recordando a desilusão por não ter tido oportunidades no Partizan.
"Quando cheguei à equipa principal, sabia que não teria logo oportunidades, mas esperava que fosse ganhando mais espaço. No entanto, o tempo passava e eu não jogava, o que me matava por dentro. Ainda assim, tudo acontece por uma razão. Se não fosse o Partizan, não haveria Moreirense. Claro que não estava satisfeito por não jogar. Isso deixou-me magoado, ainda mais pelo facto de nunca ter sabido o motivo por não jogar. Não estava destinado a deixar uma marca mais profunda no clube que amo. Agora estou no Moreirense, estou feliz e satisfeito. Quanto ao Partizan, neste momento não penso nele", referiu, antes de ser questionado sobre o futuro: "Neste momento estou completamente focado no presente, mas gostava de jogar num dos três maiores clubes de Portugal e depois experimentar o futebol da La Liga."
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