O primeiro ano no futebol europeu não muito feliz para Pablo Ruan, que era tido como um grande reforço do Nacional e capaz de fazer a diferença no onze de Tiago Margarido. Com apenas 23 anos, este extremo-direito, que veio do Londrina e tem contrato com os alvinegros até 2030, quer mostrar o seu real valor na próxima temporada, esperando que as lesões não o voltem a trair.
“Espero ter uma próxima temporada mais abençoada, sem lesões”, diz o brasileiro, que fez 23 jogos com a camisola nacionalista, mas apenas oito como titular, num total de 859 minutos. O camisola 99 dos madeirenses lamentou: "Estive algum tempo condicionado em termos físicos, perdi o meu espaço, mas é normal no futebol. Quando estás lesionado e quem te substitui está bem, fica mais difícil voltar a ser titular."
Sobre este ano de estreia em Portugal, Pablo Ruan foi claro: “O primeiro ano é sempre de aprendizagem e há mais dificuldades de adaptação ao futebol, que é diferente do brasileiro. Na próxima época julgo que já estarei mais confiante e bem melhor”, acredita.
Quanto à Liga portuguesa, o jogador gostou desta primeira experiência. “Gosto do futebol português, é um campeonato bom, embora tenha sentido algumas diferenças, pois aqui é um futebol mais físico e com mais contacto em relação ao futebol brasileiro."
Por João Manuel Fernandes